sábado, 6 de fevereiro de 2010
O que fazer?
“Matar ou morrer, matar um pai ou uma mãe, tudo para conseguir o crack” frase do jovem Gustavo Ramos, irmão do jogador Mauricio Ramos.
Esta é a realidade deste mundo de faz de conta. Não são poucos os casos de assaltos, furtos, homicídios alavancado pelo desejo irrefreável de satisfazer o desejo supremo de suas vidas, que destrói sonhos e afoga em lagrimas mães, esposas, enfim todos os que estão envolvidos direta e indiretamente com algum dependente químico.
Em uma reportagem no dia de hoje (06/02), pude assistir um senhor lamentando-se haver sofrido dois assaltos, realizados pelo mesmo jovem. O que lhe deixava indignado era que este mesmo jovem além de morar na casa atrás da sua, ele o vira crescer, e relatava que em inúmeras ocasiões lhe dera dinheiro para comprar doces.
O dependente químico não é um individuo de natureza má, sim, são geralmente pessoas dóceis, carinhosas, inteligentes, entre outras características. Quem os conhece custam a crer que nas atitudes que tomam nos momentos em que entram no período de abstinência, violência, falta de amor, agressão as pessoas que amam, falta de consciência, perda de valores morais e éticos. O dependente químico neste momento é psicologicamente modificado, muda digamos assim do vinho para o vinagre.
Muitas vezes os pais não sabem mais como proceder, muitos apelam para medidas extremas, e não são poucos. Conheci pais que para proteger suas famílias e a vida do dependente químico buscam nas duras garras da lei a salvação. Pais que denunciam os filhos por furtos e agressões, uma das mais usadas é a lei Maria da Penha, uma vez que são as mães, irmãs e esposas as principais vitimas. Nesta semana estive com um pai de u usuário de crack e durante a nossa conversa perguntei sobre o jovem e para minha alegria e espanto recebi a seguinte resposta: “está ótimo, está vendo o sol quadrado”.
Como podemos agir, como proceder quando nos vemos envolvidos em tal situação, muitas vezes nós que trabalhamos nesta área, seja como psicólogo, psiquiatra, medico, enfermeiro ou pastor. Perguntamos-nos qual o método que melhor se enquadra a situação que nos é apresentada, internação voluntaria ou involuntária.
O que é internação voluntaria e involuntária?
I - internação voluntária: aquela que se dá com o consentimento do usuário;
Este tipo é a que tenho maior proximidade, é onde o próprio dependente busca ajuda para mudar sua situação, mesmo que venha desistir algumas vezes do tratamento, devido a ser um tratamento em que se tem a opção de desistir em qualquer ponto.
II - internação involuntária: aquela que se dá sem o consentimento do usuário e a pedido de terceiro;
Método que ficou amplamente conhecido nos meios de comunicação, quando uma comunidade terapêutica no estado de São Paulo apareceu arrebatando dependentes químicos pelas ruas paulistas, usando inúmeras maneiras para encaminhá-los ao tratamento.
III - internação compulsória: aquela determinada pela Justiça.
Esta ultima é a utilizada atualmente muito comumente no Estado do Rio de Janeiro onde foi aprovado a internação compulsória de menores dependentes químicos, independente da sua vontade e dos seus familiares.
Escolha a que lhe é mais conveniente neste momento!
Esta é a realidade deste mundo de faz de conta. Não são poucos os casos de assaltos, furtos, homicídios alavancado pelo desejo irrefreável de satisfazer o desejo supremo de suas vidas, que destrói sonhos e afoga em lagrimas mães, esposas, enfim todos os que estão envolvidos direta e indiretamente com algum dependente químico.
Em uma reportagem no dia de hoje (06/02), pude assistir um senhor lamentando-se haver sofrido dois assaltos, realizados pelo mesmo jovem. O que lhe deixava indignado era que este mesmo jovem além de morar na casa atrás da sua, ele o vira crescer, e relatava que em inúmeras ocasiões lhe dera dinheiro para comprar doces.
O dependente químico não é um individuo de natureza má, sim, são geralmente pessoas dóceis, carinhosas, inteligentes, entre outras características. Quem os conhece custam a crer que nas atitudes que tomam nos momentos em que entram no período de abstinência, violência, falta de amor, agressão as pessoas que amam, falta de consciência, perda de valores morais e éticos. O dependente químico neste momento é psicologicamente modificado, muda digamos assim do vinho para o vinagre.
Muitas vezes os pais não sabem mais como proceder, muitos apelam para medidas extremas, e não são poucos. Conheci pais que para proteger suas famílias e a vida do dependente químico buscam nas duras garras da lei a salvação. Pais que denunciam os filhos por furtos e agressões, uma das mais usadas é a lei Maria da Penha, uma vez que são as mães, irmãs e esposas as principais vitimas. Nesta semana estive com um pai de u usuário de crack e durante a nossa conversa perguntei sobre o jovem e para minha alegria e espanto recebi a seguinte resposta: “está ótimo, está vendo o sol quadrado”.
Como podemos agir, como proceder quando nos vemos envolvidos em tal situação, muitas vezes nós que trabalhamos nesta área, seja como psicólogo, psiquiatra, medico, enfermeiro ou pastor. Perguntamos-nos qual o método que melhor se enquadra a situação que nos é apresentada, internação voluntaria ou involuntária.
O que é internação voluntaria e involuntária?
I - internação voluntária: aquela que se dá com o consentimento do usuário;
Este tipo é a que tenho maior proximidade, é onde o próprio dependente busca ajuda para mudar sua situação, mesmo que venha desistir algumas vezes do tratamento, devido a ser um tratamento em que se tem a opção de desistir em qualquer ponto.
II - internação involuntária: aquela que se dá sem o consentimento do usuário e a pedido de terceiro;
Método que ficou amplamente conhecido nos meios de comunicação, quando uma comunidade terapêutica no estado de São Paulo apareceu arrebatando dependentes químicos pelas ruas paulistas, usando inúmeras maneiras para encaminhá-los ao tratamento.
III - internação compulsória: aquela determinada pela Justiça.
Esta ultima é a utilizada atualmente muito comumente no Estado do Rio de Janeiro onde foi aprovado a internação compulsória de menores dependentes químicos, independente da sua vontade e dos seus familiares.
Escolha a que lhe é mais conveniente neste momento!
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